domingo, 2 de agosto de 2009

Sorteio imprevisível


Impoluto no tempo ainda seu sorriso extasia
Seu olhar embriaga o desejo é ilumina cada emoção
Horizontes carregados de esperança
Postos na mesa com suave toalha de linho
Um brinde pela vida, um sonho alcançado
Uma rosa que espera um começo
Uma viaje marcada na agenda, ainda por iniciar
Ténue sentir capaz de renovar os credos que um dia se negaram
Somos um abismo de contrastes, mas de mil coisas afim
Fascínio e temor, quimeras, devaneios,
sonhos repletos de cor e magia
O inicio de percorrer um caminho em simultâneo
Embriagados deste sentir que nos une de maneira misteriosa
Universo que existe feito para nós
unidos pela linha divisória que nos da ao sentimento
Permanecendo invisível ao desejo, ao nosso querer.
Mas que nos coloco frente a frente
desde a tempo num sorteio do imprevisível
Que sem mediar só nos uniu y hoje somos realidade

Tempo que só a nós pertence


No ar pululam mil mariposas numa viajem apenas diferente
A que por normas e por tempo,
se permite em estampido migrar a terras seguras
Eu entre elas num ir ao encontro do que jamais planejei
Entregue a esse sentir que emerge num tempo de solidão
Encontro de um halo de luz que me mostrou uma forma de ser eu
Sugada pela magia que representa esse estar entre teus braços
Olhando o caminho sem tocar o solo donde ambos de mãos haveremos de caminhar
Céu azul, sem procurar o porque e as razoes, apenas palpitando este sentir que abraço
Sem importar perder o norte e o rumo dessa viajem detida no desejo de estar por sempre
Braços abertos imersos num pais de diques donde une qualquer ponto
Para alem dos medos, dos pensamentos da cordialidade da vida
Só existe uma dimensão infindável numa passagem entre campos que se exploram
Na procura de olhares no horizonte imersos no que ambos sentimos
E o que no tempo só a nos pertence

sábado, 1 de agosto de 2009

Sinto tua presença...como eco de vento.


Sinto que me observas desde teu recinto
Sinto teu olhar feito carícia
Esse palpitar que me diz que estas silencioso
E o olhar que se converte em murmúrio
Letras feitas palavras
Palavras - carícias
Carícias desejosas por se pressentir e sentir
Sentir do corpo e do sangue a bulir
Cada vez que me adentro nesse horizonte
Sinto tua presença, e meu corpo franqueia
Cada intuir do teu estremecer
Luz y fogo, magia de dois Universos prestes a colidir
Porto certo de aguas apaziguadas
Odalisca que dança para ti enquanto sentado observa
Diosa, rainha, índia, mulher que se da por inteiro
Se perguntas como sinto o amor
Não sei dizer - te, mais que mostrar - te o fumo que levita
As aguas que rugem do centro da terra para caírem como cascatas
Como onda que impacte no rochedo da praia
No voou de aves sem altitude exacta
Como sopro de vento y como tempestade ciclónica
Como semente que brota da terra
E arvore milenária
Mistério insondada
Roce transmutado em carícias que se sentem
Sinto que me observas desde teu ocaso
Corpos desejoso de esvanecer no horizonte
Permutar numa dança espiral. Doce agua que penetra o mar salgado
Mistério dum ritual que descobrimos em cada toque
Neste olhar que nos apruma.

Continua assim....


Continua assim ....
continua assim e seduz-me com esse teu olhar que me despe de a pouco
Toma entre tuas mãos minha cabeleira que tanto te excita
Y faz-me sentir a tua hombria a ponto de fazer-me palpitar as entranhas
Sussurra-me num grito que nos cativa ate perder o senso
Pleno extasie duma pele que pede por mais, num grito solto
Tuas mãos nas minhas ancas, numa dança do ventre
donde o concavo y convexo
formam uma silhueta entregue a luxúria
Continua assim...

continua assim a olhar para mim fascinado
do meu ser de mulher desejosa por te sentir suar na pele.
Enquanto olhas fascinado fazes de tuas mãos as minhas cubrindo-te por inteiro
Como vento que penetra pela janela de teu quarto
Lençol branco que cobre teu corpo no remanso das minhas aguas
Seduz-me ....

Seduz-me assim lentamente, com o brincar de tua língua a percorrer o desejo
Uma rosa branca com a que perfilas meus seios nus,
que mostram o quanto por ti palpitam
Cheiro a pele, suor e transpirar dum mover sem regras, nem limites
Cama que flameja o fogo deste sentir, no sabor que tomam os teus lábios
Na minha pele, nesse recorrer donde nasce e brota o néctar corpóreo
No meio da noite so a luz dessa vela
que ainda persiste em mostrar sombra na parede
dois corpos que mostra num só
Cheiro de canela dum incenso que já não arde,
mas que deixa rastro duma noite mística
Mãos que acariciam
enquanto a música do budha bar altera nossas hormonas
Abrindo comportas dum extasie imaginável
Noite de lua donde perdemos o tino e a cordura,
sem pausas mas com o brio de dois amantes
No leito donde amando-se esgotan as estrelas
que arrombem no meio numa chuva de constelações.

No escorrer de nossos corpos


Sempre que me acerco dos teus cabelos, aquele arrepio que me invade
e cobre de prazer, deixando-nos no conforto de um acolhimento
Desprendido e apaixonante que só tu sabes e conheces bem.
Salutar saudável e irresistível nos teus seios enrijados pela vaga,
onda em que sempre ficamos submersos numa pura visão de cristal!.
E é aí que qual estrela luzente no firmamento,
um dia brotou do silêncio e se tornou luz
se fez verbo com sabor a mar!.
Amor agraciado em botão de rosa que no decorrer do tempo abriu
e suas pétalas se perpetuaram num manto de cetim no incenso da noite!.
Porém, o fruto de longo e mutuo afecto, nasceu súbito como o vento,
impassível de paixão, cruzou mares, atingiu montanhas, trespassando
e escorrendo nossos corpos para lá da fronteira arrebatando um tempo,
onde o suor e humidade se mesclam em fogo ardente no epicentro do prazer!,
dando origem a janela aberta, essência de um purgar suspenso no oscilar de dois corpos
fundidos no gemido vindo das entranhas como lava fluindo nas veias,
até que quase rendidos, se encontrem num absorvente beijo e abraço profundo!.
Autor: José Paulo da Costa Ribeiro ®

Un poema al Poeta



Nadie murmulla en mis oídos
Las frases que brotan de este corazón
Negado a creer que la poesía son simples palabras que riman
Ellas encierran leves roces y caricias al alma
Son las rosas en medio de la pradera silvestre
Y el agua fresca en el oasis de la vida
Nadie me dice que debo escribir
Solo escribo el sabor del viento en mi piel
El amor que expreso en cada verso
En cada copla o el compendio de frases dulce y sutiles
Nadie me dice como escribir, pues ni la razón misma
Lograr silenciar el corazón cuando este en palabras gime
En caricias arropa el cuerpo de esta que les escribe
Y que toma un instante para decirles
Gracias por vuestros versos y por regalarnos poesía

Estás.....

Imagens, Mensagens, Frases e Vídeos - Fantasia - Orkut
Estas presente como el azul en el cielo que nos cubre
En esa profundidad del inmenso mar
En el halar de las aves que surcan misterios
agraciadas en vuelo sin limites que les detengan
En la niebla que limita el avistar del camino
En la lluvia y su olor antes de llegar
En la furia salvaje con la que el mar envuelve la ensenada
En el devenir de las horas y del tiempo que se mide en un reloj de arena
En este palpitar de corazón que recompone cada día su latido de vida
En mis versos como huella sentida
En el balbucear que brota en frenesí
Pues las palabras avienen como lluvia fugaz
En el vivir de los sueños en medio de la hoguera
Cuyas llamas se avivan en cada pensamiento de Ti
En cada frase que siento y expreso dedicada y que te dedico
Dos miradas unidas en un sólo espacio..
en un mismo deseo y un mismo sueño.
María Lasalete Marques ®
José Paulo da Costa Ribeiro ®

Una vida.....



Una vida sin caminos programados, sólo un camino que se
desea vivir desde la esencia misma de la vida.
Un vivir sumergida en la magía de todo aquello que verdaderamente importa.

María Lasalete Marques ®