sábado, 20 de febrero de 2010

Teus pensamentos

Contestar teus pensamentos, desejos que se exaltam
No instante pleno de uma entrega ardente de paixão
Enquanto na observância silente de meu corpo entre tus mãos
Converto-me numa tela donde pincelas um quadro que como poema
Ressurge a alma doce de quem vai pespontando palavras convergindo-as em frases
Que o tempo faz perdurar na eternidade.
Contestar o que sentes por mim, não pode ser menos
Que ser contestada com o recíproco desse sentir
Olhares que me mimam, peles que se incendeiam mutuamente
Mãos que apropriam o desejo feito da pele no desgranar de desejos

Já não vivo sem ti!

Observo teu rosto no nimbo que passa e sempre que passa,
deixa um rasto sucessivo de lembranças onde predomina as cores do arco-íris
e os teus murmúrios ao vento, em cada momento que surge.
Já não vivo sem ti, nem sem a tua presença... tornaste-te luz nos meus olhos,
onde decifro as formas do teu corpo com vivas, à vida no brilho ténue do leito
impregnado com fragrância e essência da pélvis que me assola...
Casta flor onde me encerro no aconchego dos meandros da consciência..
Mimo-te ao penetrar teu cheiro, deixando-me correr na tua pele sedosa,
como ungir dos deuses na promíscua humidade a aflorar dos sentidos na noite longa,
em que o paradisíaco, leva os amantes à madrugada sem exaustão.
Aurora secreta da minha busca, seios onde me deleito num desfrutar quase de gula!,
ao teu ventre estou rendido, quando se contorce, a magia é imensa e me perco,
para logo me encontrar no meio de tuas pernas entreabertas e erecto.
Com a cabeça nas tuas mãos e a alma crespada, roço os lábios no cálice só teu,
bebendo em tragos de excitação...um e outro gole, como se o tempo,
deixasse de existir dentro de uma sede sem fim.
Perdição que me tocas com a palma da mão apertando a haste enquanto louco,
sugo a seiva de tua boca com as línguas entrelaçadas...Manancial que penetro
na aurora à minha espera, aberta ao membro que estremece no elixir do amor
num vai e vem sem fim onde o orgasmo é infinito...Já não vivo sem ti!.

Autor: José paulo da Costa Ribreiro &reg

viernes, 19 de febrero de 2010

Em tuas mãos...o meu sentir.


Descer-te as estrelas, ou tomar da lua o brilho para oferendar-te
Como proba do que sinto por ti, seria uma mendácia
Que jamais pudesse cumprir
E como não gosto de lançar as palavra ao vento
Apenas me entrego por completo
a este sentir que nasce entre nós
Posso oferecer uma noite ao relento, sobre a erva do prado
E a teu lado contemplar o infinito
repleto de estrelas que palpitam no alto
Tomar teu corpo no silencio da noite
e deixar que o raio de luz
dessa lua cativante molde nossos corpos.
Ser tua areia no enrolar de tuas ondas,
Entre teus braços escutar o canto das aves,
o segredar atraente do seu enamoramento
Cantar-te ao ouvido enquanto a tarde transcorre
cantigas que nos trazem lembranças
Quero viver a teu lado com um sorriso perene
Que não seja moldada, premeditada mas sim nascida de muito dentro
Deixar que tudo aquilo que sinto e palpita no meu peito
Tome corpo en cada palavra que vou unindo para comporte
Mais que um poema, uma historia a dois neste viver em que nos imergimos.

No existe el miedo en mi sentir.....

Miedo es la palabra que no existe en mi léxico
Ni tiempo, ni verborrea en el antes y el después
Llevo mis actos ante el arrebato del corazón
Y veo en mis manos que la vida imperceptible
Abraza la esencia de todo lo que nos rodea
El ayer es una palabra llena de laberintos
Donde los recuerdos son la llave que abre
El cofre de lo que llevamos como tesoro
Silencios que se guardan en una tarde de ocaso
Dónde las ideas surgen, del camino libre
Del sentimiento que murmulla y da sonidos al silencio
Miedo jamás ha sido el lindero
Que demarca mis deseos de vivir
De amarte

Vivir amando...amar la vida.


Vivir y morir es un peldaño apenas
Que distancia el inicio y el final
Es como el vivir amando,
y amar la vida en simultáneo

Veo gente que a ciegas
procura el amor con desespero
sin mirar que cual gema preciosa
guardada a siete llaves
en su esencia humana el amor esta presente

Descubrí en mí que apenas el amor
Se alimenta de mi misma
creando sus ramas y tallo
Para convertirse en roble

Cuando te miro, admiro tu dulzura
Apenas agradezco la dádiva
De un amor correspondido
Por eso te has tornado rama a rama
Un mismo árbol que se fundió en mis raíces

jueves, 18 de febrero de 2010

Esperanza hoguera viva....

Cada palabra que resurge de tus labios
Como epitafio eterno que me habla de querencias
Sentimientos que emergen desde el silencio de la razón
Vida que se ofrenda que como dádiva
dejando en murmullos sobre mi seno la vivencia
Alimentando este renacer envuelta de afectos
Sueños, mirada que se pliegan en el orvallo de las hojas
Ante los primeros rayos del sol de primavera
Despertar con la certeza de amar y ser amada
Cada palabra que resurge de tus labios
Son dulces que alimentan el alma
Haciéndome sentir día a día la esperanza de la vida

Labios....


Labios que gritan por los míos,
un murmullo que se torna nombre
Juego entre copas de licor
que se dejan derramar sobre la piel
Para luego sorberlas lentamente,
en el espacio donde los torrentes confluyen
táctiles caricias que apenas rozan una piel enardecida
incendiando una hoguera incandescente
Un beso no logra saciar las ganas de repetir sin cesar
El roce de los labios, boca húmeda, ardiente
Que se entrega una y otra vez a lo profano.
Pieles descubiertas, dónde solo el rocío es frío
Dulce afrenta cuerpo a cuerpo
Besos, caricias, que tornan la calma en frenesí
Dos miradas unidas en un sólo espacio..
en un mismo deseo y un mismo sueño.
María Lasalete Marques ®
José Paulo da Costa Ribeiro ®

Una vida.....



Una vida sin caminos programados, sólo un camino que se
desea vivir desde la esencia misma de la vida.
Un vivir sumergida en la magía de todo aquello que verdaderamente importa.

María Lasalete Marques ®