Solo un instante dónde retome la Paleta de Colores,
para dar vida a un sueño
lunes, 6 de abril de 2009
Tres maneiras de te dizer...Te Amo.
Autor: María Lasalete Marques ®
Título de la Obra. Mi esencia
Sinto a magia envolvente num alba que se ergue cada dia
Nesse caminho cheio de pó, limitado por graciosas flores do caminho
Nesse rio de aguas frescas e cristalinas, donde saciam a sede as aves em algaravia
Em cada raio de sol que abre as noites mais escuras.
Sinto a magia quando caminho a beira - mar, contemplado
O romper das ondas na encenada, numa entrega plena
Nas mil de estrelas que titilam sobre as aguas azuis do mar intenso
No brincar do vento nos pastagens em tardes de Outono
Quando a chuva cessa e se abre no horizonte a policromia do arco iris
No orvalho que como gota descende no talo duma flor ao amanhecer
Sinto a magia somente no acto de viver cada dìa
No sabor candido de teus beijos que plegas sobre mim
No perfume ardente que desprendes no roce de minhas maos
Nas caricias que perfilo no teu rosto amado, na tua boca tao por mim desejada.
Sinto a magia tranformarse em fonte eterna de Prazer, desejosa de habitar
Em cada canto e recinto por nos habitado, em cada sentir deste amor
martes, 31 de marzo de 2009
Luar...
Deixa o luar repousar na tua pele
Nos limites do tempo e na distancia
Ser a carícia envolvente que te oferendo
Nesse atalho donde ate tua boca repouso um beijo
Deixa-me ser esse luar que se expande
Num infinito cheio de estrelas,
Ser a luz desse caminhante furtivo
Que veio silencioso para me falar baixinho na alma
Com a subtileza das palavras, entoando um canto
Que me embala por completo
Deixa-me ser uma e outra vez esse luar
Que penetra na tua alcova, sobre teu leito
Em teu corpo descoberto, ascender em ti
Depositando em teus lábios um sublime beijo.
Deter o tempo para te sentir eterno.
Entre palavras e murmúrios, olhares distantes,
Num tempo detido no passo das horas
Prendidos num sentir que palpitante arde sem queimar
Num rosto que irradia luz e cor de frenesi
Donos do tempo destinado a sonhar, na luxúria dos sentimentos
Instantes que jamais concluem, filigrana que brota da alma
Momentos nos que me tentas, acariciando-me
Enchendo-me de ti em cada entrega compassada
Em cada noite em que os sonhos se tornam realidade
Para nesse despertar abraçados
levar nos lábios um sorriso descoberto
Silenciada sobre teu peito evidenciar,
o almejar de não acordar, não desejo levantar-me,
permanecendo no sitiar donde meus sonhos
encontram sossego e desejo.
domingo, 29 de marzo de 2009
Cativo em ti!.
Tão perto...minha fogueira e minha rosa
que me oferendas o paraíso em bandeja de prata,
me trazes no teu desaire o beijo em cálice perfumado
de sandalo na boca entreaberta.
Incendeia meu abraço com teu roseiral em flôr,
quero-te sentir os seios de bronze luzente,
nas concavas ânsias a desbravar meu ser.
Fulgoroso olhar que à muito me fascina e ensina
estas mãos a percorrer com doçura os anéis da tua pertença...
Diamante,minha loucura!.
Corpo na senda que me destino,lugar onde tombo triunfante...
mas cativo no ébrio da paixão que me assume,
febril cavalgar em que roço o setim,enquanto desnudo tua imagem,
efémera à minha espera...ninfa alvissima,
aroma trespassando-me por inteiro.
Fogo no regaço,seiva onde despindo-te o manto,
me encerro em tuas pétalas num olhar profundo!.
que me oferendas o paraíso em bandeja de prata,
me trazes no teu desaire o beijo em cálice perfumado
de sandalo na boca entreaberta.
Incendeia meu abraço com teu roseiral em flôr,
quero-te sentir os seios de bronze luzente,
nas concavas ânsias a desbravar meu ser.
Fulgoroso olhar que à muito me fascina e ensina
estas mãos a percorrer com doçura os anéis da tua pertença...
Diamante,minha loucura!.
Corpo na senda que me destino,lugar onde tombo triunfante...
mas cativo no ébrio da paixão que me assume,
febril cavalgar em que roço o setim,enquanto desnudo tua imagem,
efémera à minha espera...ninfa alvissima,
aroma trespassando-me por inteiro.
Fogo no regaço,seiva onde despindo-te o manto,
me encerro em tuas pétalas num olhar profundo!.
sábado, 28 de marzo de 2009
Não só um excerto numa tela
Não só um excerto numa tela que se apronta
Não somente um quadro a óleo que fulgente pintas com prazer
Nele estas a amar-me longa e nua, sentindo-me tua em cada traço
Nesse lado ansiado de cercania, nessa forma de gritar teu amor por mim
Acariciando-me levemente em cada cor com que pretendes preencher
Os espaços duma pele que transmutas dando vida e cor
Acaricias meu peito, meus braços, meu rosto com o pincel e em silencio
Fechas os olhos e me imaginas, nesse observar interno
me abraças como o vento em tardes calorosas
Entro nesse teu espacejar donde a pele se toca sem eu estar presente
Como vento ligeiro que abre uma porta que permaneceu fechada no tempo
Nessa escolha dum caminho a través das cores duma primavera
Fechando cicatrizes abertas noutro tempo.
Não só um excerto numa tela que se apronta
Não somente um quadro a óleo que fulgente pintas com prazer
o recuperar dum tempo que julgas perdido e detido no tempo
Pele que estendes nessa tela enquanto estou ausente
Vais amando-me nesse teu jeito e eu vislumbrando arredor de ti
Silente enquanto me vejo amada nesses traços em sussurros distantes
miércoles, 25 de marzo de 2009
Prol de uma batalla....

Diz-se que o amor é eterno...mas ferido não se compadece!.
Desfragmentado tento embalar minha dor nessa gente,
que me vê ao passar sorrindo.
Mas na alma um inútil tormento,
dilacerando devagar e me pergunto...que é feito da rosa...?
...Do jardim suspenso. Haverá na multidão flor mais linda,
e caprichosa...No entanto passo sem ver,
disperso no tempo das trevas, onde se perde o meu beijo!.
E neste sentimento, a saudade me deixa abatido no vazio...
Ó agora quem me dera ser semente, assim saberia que em mim ,
habitava a esperança de brotar um dia,
e toda esta força que se me arranca do peito,
fortaleceria na metamorfose dos anos,
como a árvore robusta que me ensina a amar!.
Como te desejo minha região sagrada,
mas os tenebrosos ciclos inerentes à batalha,
nos lança para distâncias onde o eco do nosso grito
é um abafo para lá do vento...
Quase deixado ao acaso na luz difusa e a voz já rouca!.
Interrogo-me cismado olhando o firmamento...
como tão fugas ardor, não dissipa o espesso nevoeiro
e força obscura de quem chame batalha.
Eu chamo tormenta de deuses desenfreados
como gárgolas no espaço ,
com suas garras mortais dilaceram tornando despojo,
um acto velado e formado verbo.
Acto velado que cai no presente e se torna fatal!.
No entanto continuo meu caminho,
em passo triste na noite que flutua,
esperando ver romper da treva,
teu instinto de luz que me trespassa,
absorvente e subtil situando nossos corpos,
génio que em milhares não encontro flor igual a ti!.
Autor: José Paulo da Costa Ribeiro ®
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en un mismo deseo y un mismo sueño.

